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Como já comentei aqui no blog, uma das minhas metas desse ano é cuidar mais dos meus cabelos. Inclusive já mostrei aqui a máscara de hidratação da Kérastase que estou usando. Agora foi a vez de investir em um shampoo. O cabeleireiro me sugeriu esse shampoo da linha Chronologiste, que é indicado para todos os tipos de cabelo. Como eu sou muito influenciável (rsrs) e adoro uma embalagem bonita acabei comprando.

A linha Chronologiste é uma linha de um tratamento inspirada nas qualidades do caviar. Chique né? Segundo o fabricante, ele suaviza, unifica e fortalece a superfície da fibra, proporcionando consistência, maleabilidade e vitalidade. Hidrata e suaviza o couro cabeludo, regenerando-o profundamente e se tornando uma fonte de vitalidade.

O que eu achei?

Pontos positivos: Tem uma textura bem leve e rende bastante, com apenas uma gotinha já é suficiente para lavar o cabelo todo. Por ser um shampoo com função hidratante, fiquei com medo dele deixar meu cabelo pesado ou com a raiz “lambida”, mas pelo contrário, deixou meu cabelo bem soltinho e com brilho.

Pontos negativos: Não achei nada mirabolante ou revolucionário pelo valor que é (R$ 170). Ao contrário do máscara de hidratação da Kérastase que vale cada centavo. Acho que há muitos outros  shampoos com um preço melhor e que possuem o mesmo efeito. Por isso, não compraria novamente.

Já estou usando ele há um mês para poder fazer uma resenha justa. Mas, claro que cada cabelo é um cabelo. Então pode ser que no seu, você tenha um efeito incrível!

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Onde comprar: 

Você encontra a marca em alguns salões de beleza e lojas de cosméticos. Online tem aqui.

beijos,

Fran.

 

beijos, Fran Gabrielli

Aqui em casa temos muitos livros e fica difícil ter espaço para guardar todos. Alguns dias atrás vi na capa de uma revista a ideia de incluir os livros na decoração e me interessei pelo assunto. Então já fui pesquisar inspirações e vi que há diversas maneiras de armazená-los e ainda dar um toque muito especial no ambiente! Separei apenas fotos que são fáceis e possíveis de serem reproduzidas por vocês em casa!

Dá para colocá-los na mesa de centro junto com outros objetos de decoração, como flores, bandejas e porta retratos. Isso faz com eles não fiquem com aquela “cara de me largaram aqui”, mas sim inclusos na decoração do ambiente.

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Também é possível colocá-los abaixo de móveis, como nesse caso da mesinha de centro, ou simplesmente empilhá-los. As variedades são muitas é só abusar da criatividade!

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Para as pessoas que adoram livros de culinária, que tal deixá-los na cozinha? Além de prático, vai deixar a decoração muito mais charmosa!

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Gostaram das ideias meninas?

beijos,

Fran.

beijos, Fran Gabrielli

Passeio na Ilha do Campeche

27 de janeiro de 2016

Fazia muito tempo que planejávamos ir na Ilha do Campeche, mas sempre surgia algum imprevisto e acabávamos adiando. No final do ano passado, uma amiga nossa conseguiu ingressos com um preço mais “camarada”  através da Associação de Preservação da Ilha do Campeche (aqui tem maiores detalhes) e marcamos para irmos em um grupo de amigos.

Para quem não conhece, a Ilha do Campeche fica localizada na costa leste de Florianópolis, em frente à Praia do Campeche. Ela foi tombada como  Patrimônio Arqueológico e Paisagístico Nacional em julho de 2000.

Para chegarmos até lá pegamos um barco na praia da armação (há também a possibilidade de ir com botes, a partir da Praia do Campeche, e de escuna, a partir da Barra da Lagoa) e em uns 40 minutos já estávamos na ilha. O barco balança um pouco no trajeto, então quem tem problemas com enjoo é bom tomar um remédio antes.

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Ao chegar, fiquei surpreendida com o mar calmo e a água azul transparente. Foi como se eu estivesse em uma dessas famosas ilhas do Caribe! No dia a água estava em uma temperatura muito boa, mas costumam falar que normalmente é gelada.

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Ao longo da faixa de areia de cerca de 1 km, há apenas um restaurante com um cardápio de peixes e frutos do mar. Contudo, o preço é bem “salgado” e o atendimento não é muito bom. Então se puder previna-se levando lanches para a hora em que a fome bater.

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Para quem quiser conhecer os costões e os sítios arqueológicos é necessário fazer uma trilha com um guia credenciado, que custa em torno de R$ 10,00 e demora uns 40 minutos. No dia, como o sol estava muito quente preferi ficar apenas curtindo a praia.

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Foto Camila Machado

Vale lembrar que o número de visitantes diários na ilha é limitado (no máximo 800). Por isso, é bom comprar antecipadamente o ingresso, caso você queira fazer a visita.

Bom eu amei e indico muito o passeio! Se tiverem alguma dúvida é só deixar nos comentários, ok?

Beijos,

Fran.

beijos, Fran Gabrielli